sábado, 2 de março de 2013

Chevrolet lança o novo Prisma, o Onix de bumbum empinado.


O segmento dos compactos está cada vez mais movimentado no Brasil. Diante do acirramento da concorrência, com a chegada do Hyundai HB20, Toyota Etios, entre outros, as marcas que já estavam há mais tempo nessa arena começaram a se mexer. A Volkswagen deu um tapa no Gol e Voyage, a Fiat renovou Palio e Siena e a GM lançou o Onix hatch, um modelo completamente novo. Para jogar com o mesmo número de cartas que os outros, faltava para a GM lançar o sedã derivado do Onix. Em vez de colocar o nome sedã, a marca optou por Prisma, que designava o modelo três volumes do hatch Celta, que saiu de linha no ano passado. O Celta entretanto continua em produção e deve ganhar airbag e ABS ainda este ano para se adaptar à legislação.

Desenvolvido no Brasil, em um projeto paralelo ao do modelo hatch, o novo Prisma conserva a frente do hatch (com a grade bipartida e ostentando a gravata dourada que já se transformou em um elemento estilístico de identificação dos carros da marca Chevrolet, os faróis espichados e os vincos acentuados no capô) e é igual até a porta traseira. De perfil, chamam a atenção a linha de cintura bem alta e ascendente, o vinco bem acentuado que percorre quase toda a parte de cima (unindo os faróis às lanternas traseiras), e as rodas de liga leve com desenho mais esportivo (a GM chama o carro de sedã esportivo). A traseira ficou bem resolvida, se harmonizando bem com o resto do conjunto. A tampa do porta-malas incorpora a curva do hatch e as lanternas têm formato trapezoidal e invadem os para-lamas.
POR DENTRO O espaço para as pessoas é o mesmo da versão hatch, que acomoda bem quatro adultos. A grande diferença está no porta-malas, cuja capacidade é de 500 litros (200 a mais que no modelo de dois volumes). Por dentro, tudo igual: painel de instrumentos têm iluminação azul e mistura mostradores digitais (velocímetro) e analógicos (conta-giros); o volante de três raios é o mesmo do Cruze, porém sem as multifunções e sem a regulagem de distância; sistema multimídia MultiLink (de série na LTZ e opcional na LT); e airbag, freios ABS, direção hidráulica, banco do motorista com ajuste de altura e sensor de estacionamento como itens de série.

O novo Prisma será comercializado nas versões LT (mais básica) e LTZ (topo). Quando equipada com motor 1.0, a primeira inclui de série (além dos equipamentos já citados) travamento automático das portas ao atingir 15km/h, alarme, sistema que deixa os faróis acesos por um tempo depois de desligar o motor e fechar e travar as portas, abertura elétrica do portas e sistema que acende as luzes externas ao destravar as portas pelo controle remoto, vidros das portas dianteiras com acionamento do tipo “um toque”. A LT 1.4 acrescenta faróis com máscara negra e lente decorativa azul, lanternas traseiras com lentes escurecidas e rodas de aço de 15 polegadas com calotas na cor prata. A LTZ soma mais faróis de neblina, vidros traseiros e retrovisores externos com comando elétrico, computador de bordo e rodas de liga de 15 polegadas.

QUANTO CUSTA Os preços variam de R$ 35 mil a R$ 45 mil conforme versão e motorização.

Ficha técnica
» MOTORES – 1.0, que gera potências de 78cv (gasolina) e 80cv
(etanol) e torques de 9,5kgfm (gasolina) e 9,8kgfm (etanol); e 1.4, que desenvolve 98cv e 106cv e 12,9kgfm e 13,9kgfm, respectivamente

» TRANSMISSÃO – Tração dianteira e câmbio manual de cinco marchas

» DIMENSÕES (metro) – Comprimento, 4,27m; largura, 1,70m; altura,
1,48m; e entre-eixos, 2,52

» ACELERAÇÃO ATÉ 100KM/H – 1.0, 13,0s(g) e 12,7s(e); e 1.4, 10,7s(g)
e 10,1s(e)

» VELOCIDADE MÁXIMA – 1.0, 169km/h(g) e 173km/h(e); e 1.4,
180km/h (a) e (e)

(g): gasolina e (e): etanol

Fonte da Reportagem: VRUM

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Comercial do novo Fusca interage com o Brasil dos anos de 1970.


Foto das Cenas da Propaganda do novo Fusca.
Depois da exagerada polêmica do gato preto na propaganda do novo Gol, um vídeo publicitário da Volkswagen volta a chamar a atenção nas redes sociais, mas agora surpreendendo o público positivamente.

A campanha do novo Fusca só estreia na próxima segunda-feira (25) e foge completamente dos clichês de comerciais de carros no Brasil. No lugar de cenários cinematográficos, apenas o Centro de São Paulo na década de 1970, especificamente o emblemático Viaduto do Chá. O apresentador Cazé Peçanha entrevista pedestres no local sobre o novo Fusca 2013, completamente recheado de itens tecnológicos inimagináveis para o Brasil dos anos 1970. Naquela década, o Fusca era o carro mais popular nas ruas das nossas cidades e as pessoas parecem não acreditar ao ver a versão do modelo de 2013.

Veja as fotos do Fusca 2013!

O vídeo mostra uma moça abrindo a tampa do porta-malas e questionando a ausência do motor. Outro não entende bem o que é o bluetooth, muito menos o que é o câmbio DSG tiptronic. A produção conta, ainda, com a participação do ex-jogador Rivellino e do humorista Mussum.

A proposta da Volkswagen nessa criação da AlmapBBDO, com produção da ParanoidBR, é resgatar a imagem do Fusca como patrimônio emocional dos brasileiros, sem deixar de valorizar a modernidade do automóvel em sua versão atual.

Foram utilizados carros e ônibus originais da década, mas detalhes como o piso do Viaduto, atualmente liso, e que antes era composto por milhares de mapas do estado de São Paulo em pedras, foram reconstruídos digitalmente.

Veja a Nova Propaganda do novo Fusca.


Fonte da Reportagem:Vrum

Fiat já testa a Strada três portas.

Nova Fiat Strada camuflada.

A Fiat já começou os testes de rodagem da nova Strada 2014, que, além das alterações visuais, marcará a chegada do modelo cabine dupla com três portas. Será a sexta reestilização da líder absoluta na categoria de picapes compactas. Entretanto, as mudanças serão mais profundas e se estenderão às laterais, traseira e caçamba.

A unidade flagrada já é um protótipo da cabine dupla com três portas. A ideia é facilitar o acesso ao banco traseiro. A porta é inversa (do tipo suicida) e nesse caso a porta de trás faz parte da estrutura e tem a metade do tamanho de uma porta normal, mas só abre se a dianteira estiver aberta.
As versões atuais Working, Trekking e Adventure serão mantidas assim como as opções de motores 1.6 e 1.8 E.torQ continuam sem alterações. Já o propulsor 1.4 Fire passará a ser o EVO, o mesmo usado no Uno, Palio e Punto. As cabines simples, estendida e dupla permanecem inalteradas.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Geely começa a operar no Brasil em agosto – LC 1.0 e sedã EC7 serão os primeiros a chegar.


Depois de vinte meses após a assinatura do contrato de representação, a chinesa Geely, representada pelo Grupo Gandini, anuncia o início das suas operações no Brasil em agosto deste ano. O hatch compacto LC 1.0 (R$ 35.000) e o sedã EC7 (R$ 55.000), serão os primeiros a chegar ao mercado.

O primeiro Geely a ser comercializado no País será o sedã médio EC7, a partir de agosto próximo, quando a importadora espera ter nomeado cerca de vinte concessionárias, inicialmente nas regiões Sul e Sudeste. Em novembro, a Geely Motors do Brasil lança o hatch compacto LC 1.0. Ambos os modelos virão da nova linha de montagem da Geely International Corporation em Montevidéu, no Uruguai.

De acordo com José Luiz Gandini, presidente do Grupo Gandini, o projeto Geely só voltou a ter viabilidade econômica com a linha de montagem de dois modelos da marca chinesa, com início previsto para o segundo semestre deste ano em Montevidéu, no Uruguai, e também com planos, por parte da direção chinesa, de ter uma unidade fabril no Brasil.

“Embora a linha de produtos Geely International Corporation seja mais ampla, vamos trazer inicialmente os modelos a serem produzidos no Uruguai”, enfatiza Ivan Fonseca e Silva, presidente da Geely Motors do Brasil. “Antes do projeto Uruguai, os carros da Geely vindos diretamente da China estavam inviabilizados, sob o ponto de vista de preço final do consumidor, já que os modelos competem diretamente com outros importados e nacionais das mesmas categorias”, complementa.

A marca pretende vender 360 unidades/mês do sedã EC7 e 420 unidades/mês do hatch LC 1.0. “Embora os preços ao consumidor ainda não estejam definidos, pretendemos lançar o sedã por cerca de R$ 55 mil e o hatch em torno de R$ 35 mil”, afirma Fonseca.

O sedã EC7 virá nas versões com câmbio mecânico de cinco marchas e automático CVT, com motor 1.8 com bloco de alumínio de 140 cv. A Geely Motors do Brasil só vai disponibilizar o EC7 com ar condicionado, direção hidráulica, bancos revestidos em couro, entre outros itens de conforto.

O hatch compacto LC 1.0 terá um motor 1.0 de 68 cv e contará com um pacote mais completo, com ar condicionado, direção elétrica, trio elétrico, airbags, ABS, entre outros itens de conforto e segurança.

Fonte: Carplace Virgula

JAC J3 S começa a ser vendido em março por R$ 37.490 Leia mais JAC J3 S começa a ser vendido em março por R$ 37.490.


  Apresentado durante o Salão do AUtomóvel em novembro passado, o JAC J3 S tem lançamento comercial marcado para março, mas já teve preço anunciado: R$ 37.490.  A versão esportiva do J3 é, também, o primeiro JAC com motor flex. Se trata do mesmo 1.5 16V VVT do sedã J5, que adaptado para o combustível vegetal desenvolve até 127 cavalos.

Destaque do motor é o sistema Jet Flex, que como os flex mais recentes, tem sistema que aquece o combustível nos bicos injetores, eliminando o tanque de gasolina para partida a frio. Capaz de render 125/127 cv de potência e 15,5/15,7 kgf/m de torque, com gasolina e etanol, na ordem, o novo propulsor consegue fazer com que o J3 acelere de 0 a 100 km/h em 9,7 segundos e atinja a velocidade máxima de 197 km/h.


Além de adereços como apliques pretos nas portas e para choques, aerofólio e rodas exclusivas, além de faixas laterais (pretas ou brancas, dependendo da cor da carroceria). O J3 Sport também ganhou algumas alterações no interior, com a adoção de pedais esportivos, iluminação vermelha no painel e pomo de câmbio preto.

Os equipamentos de série são os mesmos do J3 1.4 que significa que há airbag duplo, freios ABS com EBD, sensor de estacionamento traseiro, direção hidráulica, ar-condicionado, entrada USB, abertura interna da tampa do tanque de combustível, seis alto-falantes e trio elétrico.



 Fonte: Novida des automotivas.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Transporte escolar metropolitano é opção segura na volta às aulas.


Nas Regiões Metropolitanas de São Paulo (RMSP), Baixada Santista (RMBS) e Campinas (RMC) estão situados importantes pólos educacionais de ensino básico, médio e superior. O Transporte Escolar entre os municípios nessas áreas é gerenciado pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos – EMTU/SP e deve ser uma preocupação também por parte dos pais e estudantes.

Para mais segurança na utilização do serviço, o interessado pode obter informações sobre a situação do veículo por meio do basta acessar o link da pagina . onde pode ser verificada a validade da inspeção feita pelos técnicos ao digitar a placa no campo disponível. É possível também saber se o veículo está autorizado a operar no transporte escolar pelo selo de vistoria afixado no para-brisa, que tem a logomarca do Governo do Estado e da EMTUSP com os seguintes dizeres: “Escolar Autorizado”.

A Central de Atendimento ao Cliente da EMTU/SP está à disposição dos usuários para consultas e orientações a respeito de condutores e veículos cadastrados no sistema de Transporte Escolar Metropolitano. O telefone para contato é o 0800 724 05 55 e funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.

Frota e condutores
O Transporte Metropolitano Escolar pode ser operado por empresas ou motoristas devidamente cadastrados.
Atualmente na RMSP, há um total de 143 veículos alocados nesse serviço: são 27 empresas com uma frota de 36 carros, mais 129 condutores cadastrados que operam 107 veículos.
Na RMC esse número é maior: 437 veículos. Atuam na região 64 empresas com 152 carros e 258 motoristas com frota nesta mesma quantidade.
Na RMBS são nove condutores para nove veículos.
Legislação
A EMTU/SP é responsável pelo cadastro, inspeção e fiscalização dos veículos, cumprindo as Resoluções STM n.º 078/2005 e n.º 042/2008 que regulamentaram essa modalidade de transporte nas três Regiões Metropolitanas do Estado de São Paulo e futuramente na nova Região Metropolitana do Vale do Paraíba/Litoral Norte.
De acordo com a legislação, o interessado em operar no Sistema de Fretamento Metropolitano de Estudantes pode se cadastrar como pessoa jurídica ou física e, nesse último caso, basta ter um veículo que atenda às exigências do Código de Trânsito Brasileiro – CTB e que seja aprovado na inspeção da EMTU/SP, na qual são verificados mais de 400 itens relacionados à segurança e manutenção do carro.
O CTB determina, também, que o motorista tenha Carteira de Habilitação na categoria D e exige sua aprovação no curso específico de transporte de escolares aplicado pelo DETRAN/SP.

Fonte:EMTU