quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Recall da Kombi


                   Comunicado aos proprietários da VOLKSWAGEN  KOMBI. 

   

 Confira os números dos chassis:
  2009 9P 019 162 a 9P 999 999
  2010 AP 000 001 a AP 999 999
  2011 BP 000 001 a BP 013 884

A Volkswagen do Brasil convoca os proprietários dos veículos acima relacionados para agendarem o comparecimento a um Concessionário Volkswagen, a fim de inspeção e instalação de suporte no sistema de escapamento.

Data do início do atendimento:
23/11/2010

Local e agendamento e atendimento do serviço:
Rede de Concessionários Volkswagen.

Componente envolvido:
Sistema de escapamento

Razões técnicas:
Em algumas unidades, verificou-se a possibilidades de surgimento de trincas no sistema de escapamento. A utilização nessa condição pode causar a quebra do componente, provocando forte ruído.

Risco:
A insistência do uso nessa situação, em casos extremos, pode causar incêncio no compartimento do motor.

Solução:
Inspeção e instalação de suporte no sistema de escapamento.

Notificação:
Para melhor informar e atender os clientes, a Volkswagen do Brasil enviará cartas aos proprietários dos veículos envolvidos nesta ação.

Para informações adicionais, consulte a Central de Relacionamento com o Cliente pelo telefone:
0800 019 8866.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Volkswagen comemora aniversário de 60 anos da Kombi

A Volkswagen está comemorando nessa semana o aniversário de um dos modelos de maior sucesso de sua história. A mundialmente conhecida Kombi está completando 60 anos de produção mundial. Idealizado pelo holandês Ben Pon na década de 40 com o propósito de ser um veículo robusto e destinado especialmente ao transporte de cargas leves, o veterano furgão ganhou fama internacional por ser o veículo preferido dos hippies na década de 60. Tendo em seu currículo passagens por diversos filmes, até mesmo de desenho animado, a Kombi chegou ao Brasil em 1957 onde permance em produção até hoje.

 Em seus 53 anos de Brasil, a Kombi acumula um total de 1.360.850 unidades vendidas (data de 1957 a fevereiro de 2010) e se mantêm no ranking dos modelos mais vendidos do mercado graças a empresas, frotistas e órgãos públicos, que buscam nesse tipo de veículo uma boa relação custo-benefício, durabilidade, facilidade de manutenção, simplicidade mecânica e economia. Mesmo com a acirrada concorrência, em especial de modelos de origem asiática, o veículo mais velho ainda em produção no Brasil registra um média mensal de 2 mil exemplares comercializados.
E para comemorar o aniversário de um de seus mais famoso modelos – perdendo apenas para o Fusca -, a Volkswagen está lançando a promoção “Kombi 60 anos”. Os interessados deverão acessar um hotsite exclusivo – www.vw.com.br/kombi60anos – até o dia 15 de abril, ler o regulamento, efetuar o cadastro e contar um episódio da sua vida cujo tema é “Uma história que vivi com a Kombi”. O autor da melhor história levará para casa uma Kombi zero km. Os segundo e terceiro colocado ganharão um IPhone.


Mas enquanto se mantém praticamente inalterada desde seu lançamento por aqui, a Kombi já se encontra em sua quinta geração na Europa. Batizada de T5, a “Nova Kombi” é um veículo que em absolutamente nada remete ao seu antecessor e traz na modernidade e na segurança seus principais atrativos, com direito a múltiplos airbags, sistema de tração integral, câmbio automático de dupla embreagem, dentre outros. Uma substituta para a Kombi no Brasil é aguardada, já que em breve entrarão em vigor novas normas de segurança, nas quais certamente o modelo atual será reporovado.
Relembre a trajetória da Kombi no Brasil:
1957: primeiras unidades são feitas no Brasil
1960: modelo seis portas nas versões luxo e standard conta com transmissão sincronizada e 95% de nacionalização
1967: estreia versão pick up com motor 1.5 e sistema elétrico 12V
 1975: é reestilizada e incorpora motor 1.6
 1981: ganha propulsor diesel e as versões furgão e pick up com cabine dupla
 1982: incorpora motorização a etanol
 1983: novos painel e volante e reposicionamento da alavanca do freio de mão, que sai do assoalho para a parte inferior do painel
 1992: ganha catalisador, servo-freio, freio a disco na dianteira e válvulas moduladoras de pressão nas rodas traseiras
 1997: surge a Kombi Carat, versão mais moderna com teto alto, porta lateral corrediça e sem parede divisória atrás do banco dianteiro
2005: a Kombi passa a ser equipada com motor 1.4 8V Flex(arrefecido a água), mais potente e mais econômico que o antecessor refrigerado a ar
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A Brasília dos sonhos


  Batizado com o nome da capital do Brasil, o robusto

Volkswagen Brasília fez sucesso de Norte a Sul
O projeto e sonho de Rudolph Leiding, presidente da Volkswagen do Brasil no início da década de 70, deu certo -- apesar de o executivo alemão ter assumido o controle do grupo mundial antes de ver o carro ganhar as ruas brasileiras. Sua intenção era desenvolver um novo automóvel para suceder o Fusca.
O Sedan, a perua Kombi e o esportivo Karmann-Ghia foram os únicos VW de motor refrigerado ar que alcançaram sucesso. Modelos como o TL, o 1600 quatro-portas e o Karmann-Ghia TC tiveram vida curta. A única variação desta família, de relativo sucesso, foi a perua Variant.
Lançado às pressas para chegar às ruas junto do Chevette, o Brasília era compacto e seguia as tendências européias do segmento.

O novo Volkswagen deveria ser prático e econômico para uso nos centros urbanos, oferecendo mais espaço e mantendo a consagrada robustez do Fusca. Após muitos quilômetros de testes, era apresentado ao público, em 1973, o Brasília. Esse foi um ano de grandes lançamentos da a indústria automobilística brasileira: juntos com ele chegaram o Chevette da GM, o Dodge 1800 da Chrysler e o Maverick da Ford.
Até então, quando era descoberto nas estradas do País fazendo os últimos acertos (saiu até tiro,veja boxe), a imprensa tratava-o como "miniperua VW", "míni-Variant" e "anti-Chevette". Mas o Brasília tinha linhas mais modernas e retas que as da Variant e ampla área envidraçada, resultando numa ótima visibilidade em todas as direções. A rivalidade com a GM ficava evidente na declaração de um diretor de vendas da Volkswagen: "Ninguém sabe como nós trabalhamos para fazer coincidir seu lançamento com o do Chevette".
O Brasília media 4,01 metros de comprimento -- 17 cm menos que o Fusca --, mas a distância entre eixos era a mesma de toda a linha. Seguia a tendência européia de carros urbanos, fácil de manobrar e ágil no trânsito. Ficou conhecido por muitos como "a" Brasília, em função de uma estratégia comercial da marca. Como havia uma terceira porta, a Volkswagen o classificou como perua para que recebesse a menor incidência de impostos atribuída na época a utilitários. Apesar da artimanha, o Brasília era um automóvel dois-volumes hatchback como o Fiat 147 e o Gol.
Em função da terceira porta, a VW o classificou como perua para receber menor tributação -- daí ser mais conhecido como "a" Brasília
Na frente se destacavam os quatro faróis redondos (com quatro fachos altos e dois baixos) e as luzes direcionais embutidas no pára-choque, de lâmina cromada. Visto de lado, o conjunto era harmonioso e equilibrado. Abaixo do grande vidro lateral traseiro ficavam as entradas de ar para a refrigeração do motor. Na traseira, abaixo do pára-choque, uma pequena grade escondia o silenciador de saída única direcionada para a esquerda.

Comportava com conforto quatro passageiros ou mesmo cinco, e esse logo se tornou seu ponto forte. Mas o espaço para as malas não era bom. A bagagem só podia ficar alojada no compartimento dianteiro, pois não havia o segundo porta-malas atrás do encosto do banco traseiro, que o Fusca trazia desde sua concepção em 1934. Era possível colocar alguma bagagem sobre a tampa do motor, mas isso representava risco em caso de freada brusca ou colisão dianteira. O estepe ficava no porta-malas. O bagageiro no teto, que virou até moda na época, era uma alternativa para aumentar a capacidade de carga.

O interior do novo carro era bastante simples. No painel havia velocímetro, marcador de nível de combustível e opcionalmente um relógio. O volante era grande, de 40 cm de diâmetro, e na tampa do cinzeiro havia a indicação da posição das marchas, tornada obrigatória pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Os bancos tinham um desenho simples. O Brasília chegou como opção um pouco mais cara ao Fusca, mas a intenção era substituí-lo paulatinamente.
Motor traseiro refrigerado a ar, entreeixos de 2,4 metros, bom espaço interno: a mecânica do Fusca aplicada a um modelo mais moderno e funcional.
O motor refrigerado a ar, de quatro cilindros opostos, 1,6 litro e um carburador fornecia a potência bruta de 60 cv, transmitida às rodas traseiras. A exemplo do Fusca e outros VW "tudo atrás", a colocação do motor junto às rodas motrizes fazia milagres em percursos fora de estrada e em subidas escorregadias, garantindo aderência e tração. E era econômico: fazia até 14 km/l.
Na época surpreendeu a decisão da fábrica em adotar a turbina de refrigeração alta, de fluxo radial, em vez da baixa, fixada diretamente no virabrequim e de fluxo axial da Variant, que poderia ter criado um porta-malas traseiro. A decisão deveu-se à redução de custos e à intenção de tornar o veículo o mais curto possível, já que o motor de construção plana era mais comprido que o de disposição tradicional.

Fonte da Reportagem:http://bestcars.uol.com.br

O querido do brasil.(Matéria Refeita)

Para alguns um projeto arcaico, para outros um projeto eterno, feito pra durar; o Fusca, feito a principio à pedido de Hitler a Ferdinand Porsche, o velho "beetle" foi nomeado Volkswagen, que como todos sabem, provem do idioma alemão e seu significado é "Carro do Povo".
Depois foi nomeado "Volkswagen Sedan", e partindo de um apelido nascido no Brasil, acabou sendo nomeado oficialmente aqui no Brasil como "FUSCA".
Como bons fuscamaníacos, tentaremos relatar um pouco da história do FUSCA, embora não ter vivido brilhante época, época que fez do Fusca um candidato ao carro do século.
Inicio da década de 30. Ferdinand Porsche desenvolveu um projeto na sua própria garagem, em Stuttgard, Alemanha.

O primeiro projeto do Fusca, era equipado com um motor dois cilindros, refrigerado a ar, que tinha um rendimento absurdamente péssimo.
Criaram o motor quatro cilindros, opostos dois a dois , chamado de Boxter,também refrigerado a ar, com suspensão independente dianteira, que funcionavam através de barras de torção.

Foi um projeto ousadamente revolucionário, pois até então os carros da época eram feitos com motores refrigerados a água e suspensão que em sua maioria usavam feixe de molas (tipo suspensão de caminhões) ou molas helicoidais.

Lançado oficialmente em 1.935, pelo então projetista Ferdinand Porsche, o Volkswagen podia ser comprado por quase todos, ao preço de 990 marcos, e era equipado com motor refrigerado a ar, sistema elétrico de seis volts, câmbio seco de quatro marchas, que até então só se fabricavam carros com caixa de câmbio inferiores a 3 marchas.

Daí, as evoluções foram constantes.
Sistema de freios a tambor, caixa de direção tipo "rosca sem fim", evoluções estéticas como quebra vento, lado abertura da porta (no início a porta abria do lado oposto), saída única de escapamento, estribo, entre outras.

Em 1936, já reformulado, com bastante semelhanças com o Fusca de hoje, o Volkswagen era equipado com duas pequenas janelas traseiras, em1.937 existiam 30 outros modelos sendo testados na Alemanha. E a partir de 1.938, iniciou-se a construção, em Hanover de uma fábrica a qual o Volkswagen seria construído na forma de fabricação em série.

 Em 1.939, devido ao início da segunda guerra mundial, o Volkswagen acabou virando veículo militar. Derivados do fusca, como jipes e até um modelo anfíbio (Shwinwagen, atualmente existem 3 no mundo, e um no Brasil). A mecânica também haveria mudado. Virabrequim, pistões, válvulas , o motor de 995 cc.e 19cv passou a ser de 1.131 cc. e 26 cv. Mais de 70 mil unidades militares foram produzidas.

Término da segunda guerra mundial, a fábrica que estava sendo construída em Hanover, estava quase que inteiramente destruída.

Seus projetistas, ninguém sabia por onde andavam, e de suas versões militares ninguém mais precisara, por pouco não foi o fim do Volkswagen.
Até um major inglês redescobrir o Volkswagen. Ivan Hirst, resolveu "adotar" o velho Volkswagen, entre os escombros da antiga fábrica, a versão original do VW passou a ser reaproveitada.
  
 Retomada sua fabricação, o Volkswagen passou a ser utilizado em serviços de primeira necessidade, escassos naquela época, como correio, atendimento médico, etc.

Em 1.946, portanto um ano depois, já existia 10 mil volkswagens sedans em circulação.

Em 1.948 existiam 25 mil, sendo 4.400 para exportação. Em 1.949 o Fusca já teria seu próprio mercado nos EUA.

                                  

Basicamente o fusca até então era um projeto que havia dado certo, até meados de 1.956, quase nada havia mecanicamente mudado de seu projeto original.
                                          


Independente de seu projeto mecânico, a aparência do Fusca haveria mudado bastante.
Em 1.951, havia duas janelas repartidas na parte traseira, embora continuar sem os "quebra-ventos". Mas em 1.953, o fusca surgia com "quebra-ventos" nas janelas laterais, e a partir da segunda série deste ano a janela traseira se resumia a uma única, em formato oval. Neste mesmo ano o fusca começou a ser montado no Brasil.
Em 1.959 o Fusca começou a ser fabricado no Brasil.
 Em 1.961 no segundo semestre, o sistema de sinaleiros (pisca-pisca) deixa de ser uma barra na coluna lateral central (também chamada de bananinha) para as lanternas traseiras, juntamente com as luzes de freio.

     

E assim as mudanças foram surgindo. O câmbio deixa de "seco" para ter as quatro marchas sincronizadas, o mesmo que existe até hoje. Em 1.967 o Fusca passa por uma importante mudança: ele ganha motor 1.300 cc ao invés do 1.200 cc que o equipava até então.

Os aros das rodas também receberam furos para melhor ventilação do sistema de freios. Já em 1968 foi provado que o sistema de 6 volts que o equipava não se mostrava eficiente, aí o Fusca ganhara um novo sistema elétrico 12 volts. E a caixa de direção passa a ser lubrificada com graxa.

Em 1.970 o Fusca sofreu uma grande transformação. Continuando com a versão 1.300 cc, surgiram a versão 1.500 cc (2º. semestre) essa com 52 cv (SAE) de potência.
Carinhosamente apelidado de "Fuscão". Para essa versão, o fusca também recebeu uma barra compensadora no eixo traseiro, para finalidade de maior estabilidade. Esteticamente o capô do motor ganhou aberturas para maior ventilação, novas lanternas, cintos de segurança. Como opcional o fusca tinha freios a disco na dianteira.

 Mais mudanças vieram em 1.973. O novo sistema de carburação com carburadores recalibrados para menor consumo, e novo distribuidor vácuo-centrífugo deram mais ênfase ao carro que sem dúvida era um sucesso total.
Nunca vendeu tanto fusca no Brasil como no ano de 1.974.

O fusca teve uma produção de 239.393 unidades somente em 1974. Comparado a produção de 1969 que era de 126.319, foi um impressionante salto nas vendas. Tudo provava o absoluto sucesso do Fusca. E também nessa época que surgiu o Fusca com motorização 1.600-S que rendia 65 cv(SAE)com dupla carburação.

As mudanças mecânicas para esse ano eram o eixo dianteiro com bitola mais larga e a mudança estética foi o maior pára-brisa para as versões 1.300 e1.500.

Em 1.975, a linha VW foi ampliada com a chegada do novo motor 1.300, versão 1.300-L e o modelo 1.600 passou a ter a alavanca de câmbio mais curta e filtro de ar do carburador de papel. Outras alterações também vieram, como painel e outras (estéticas).

Em 1.978 o bocal do tanque de combustível passou a ser do lado externo do carro, e não dentro do porta-malas como mostrava-se até então.

Em 1.979 (2º. semestre) as lanternas traseiras ganharam nova forma, e pelo seu grande tamanho, esta versão do fusca, a partir desse ano foi apelidado de "Fuscão Fafá". Após quatro anos sem mudanças, em 1983 o "Super-Fuscão" desaparece. Adotaram o nome oficial de "FUSCA". Com algumas poucas inovações como caixa de câmbio "Life-Time"(dispensa troca periódica de lubrificante), ignição eletrônica nos modelos a álcool, bomba de combustível com proteção anti-corrosiva, válvulas termopneumáticas nas entradas dos filtros de ar (com a função de controlar a temperatura do ar aspirado para finalidade de melhorar a queima da mistura).

Mais no ano seguinte, portanto em 1.984, muda tudo. A versão 1.300 do Fusca desaparece. Surge aí um novo 1.600. Com pistões, cilindros e cabeçotes redesenhados, além de novas câmaras de combustão, o novo motor rendia 46 cv a 4.000 RPM e torque máximo de 10,1 kgf/m a 2.000 RPM. Agora a medição foi feita no método DIN e não mais no SAE. Equipavam a versão também novos freios a disco na dianteira e barra estabilizadora traseira redesenhada para uma melhor performance aerodinâmica.

Mais foi no ano de 1.986 que (temporariamente) acaba-se a carreira do Fusca. Embora o México não parar de produzi-lo, no Brasil sua linha de montagem chegara ao fim. Até que em 1.993 por pedido do então presidente do Brasil, Itamar Franco, o Fusca volta novo de novo, como nesses seus 60 anos muito bem vividos.

Na segunda fase de 1.993, sem mudanças na carroceria nem no motor o fusca ganhou pára-choques na cor do veículo, canalizador com uma única saída de escape no pára-lamas esquerdo, estofamentos novos, volante novo e muitos outros detalhes de acabamento, inclusive detalhes opcionais.

Quando todos não acreditavam no sucesso do relançamento do Fusca, as vendas foram mais que animadoras. Chegou a produzir mais de 40 mil novos Fuscas. Até sua oficial parada de fabricação anunciada em Julho de 1.996 o fusca deixou mais fãs por seu rastro.

 Para comemoração da sua última série de fabricação, foram fabricados os últimos 1.500 Fuscas carinhosamente dados numa versão "FUSCA SÉRIE OURO", onde os últimos 1.500 proprietários de fuscas "novos" tem seus nomes guardados em um "Livro de ouro da VW." Um Fusca Série Ouro é facilmente identificado, neste seu último modelo a VW super-equipou esteticamente a versão.

Com estofamentos do Pointer GTI, desembaçador traseiro, faróis de milha, painel com fundo branco, vidros verdes (75% transp.) esta foi a série de gala do querido carrinho. Mais uma vez nosso querido fusquinha cumpre seu papel, um sucesso de vendas e de mercado. Embora no México ainda foi fabricado até 30 de junho de 2003.

Outra novidade foi o sucesso de seu relançamento oficial, montado em chassis do VW Golf e com seu novo nome já definido, o BEETLE volta as ruas, mostrando sua nova cara e dando continuidade a essa inigualável carreira que o "querido carrinho" fez por merecer.

E assim temos um exemplo de um projeto que alcançou o completo sucesso, e por trás dele um gênio imortal, um Mito: Ferdinad Porsche.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

FUSION TRAZ O PRIMEIRO HÍBRIDO COMPLETO E AMPLIA O LUXO DA LINHA 2011

 Fusion é a linha de automóveis de luxo mais completa do País e apresenta no Salão do Automóvel muitas novidades, dentre as quais o lançamento do inédito full hybrid no mercado brasileiro. O Fusion Hybrid é um dos campeões de vendas nos Estados Unidos e traz a mais avançada tecnologia de sustentabilidade por reunir eficiência e economia no sistema que combina motor elétrico e a combustão.

O Fusion Hybrid começa a ser vendido em novembro e essa nova versão amplia a linha atual do Fusion, composta também pelos modelos 2.5 e 3.0 V6.

Linha 2011

Toda a linha passa a ter novos equipamentos que elevam mais ainda o padrão do sedã de luxo líder de seu segmento. 

Os novos itens são a chave configurável MyKey, a câmera de ré, o sensor de chuva, o BLIS®, sistema de monitoramento de pontos cegos, o banco com ajuste elétrico em 10 posições e botão de troca de marchas na manopla do câmbio. O Ford Fusion 2011 vem com novas rodas de liga leve de 17 polegadas de desenho esportivo. É uma proposta de carro de luxo com preço vantajoso que ficou ainda mais competitiva em termos de qualidade, segurança e tecnologia.

Novas cores

A linha Fusion 2011 será ofertada em 8 opções de cores externas, todas pelorizadas. As já oferecidas Preto Bristol, Cinza Berlin, Branco Sibéria e Vermelho Córdoba e as novas Prata Dublin, Azul Dijon, Azul Montercalo e Vermelho Bordeaux.

"Full-Hybrid"

O conceito "Full-Hybrid" do modelo representa a tecnologia mais avançada de sustentabilidade disponível hoje na indústria automotiva. Tem o desempenho, segurança e conforto de sedã grande de luxo com o mesmo consumo de combustível de um carro popular 1.0 básico.

O sistema propulsor do Ford Fusion Hybrid, de última geração, é composto de dois motores: um a gasolina 2.5 e outro elétrico acoplado com um gerador, integrados na transmissão, e uma bateria de níquel-metal. 

A partida silenciosa é feita pelo conjunto elétrico. O carro pode operar no modo elétrico em até 75 km/h, dependendo de uma série de variáveis, como o modo de condução do motorista e o nível da bateria de tração, buscando sempre a máxima eficiência no uso da energia.

O sistema de freios é regenerativo, com princípio de funcionamento similar ao KERS da Fórmula 1. Ele recupera até 94% da energia normalmente desperdiçada na frenagem para recarregar a bateria de tração. A transmissão é continuamente variável e-CVT, com engrenagens planetárias. A alavanca de comando é idêntica a uma transmissão automática convencional (P-R-N-D-L). Seu sistema engenhoso e sofisticado de engrenagens permite uma relação de marchas infinita.

Eficiência energética

O resultado da atuação desse complexo sistema, na prática, é o consumo de 18,4 km/h na estrada e 16,4 km/h na cidade, o que dá uma média combinada de 13,1 km/l (medido conforme as normas NBR 6601 e 7024). Esses resultados são praticamente os mesmos de um carro popular 1.0 básico, sem direção hidráulica e ar-condicionado, mas com o peso e espaço do Fusion, sedã grande equipado com todos os itens de conveniência e conforto. Além disso, suas emissões são menores que 10% do limite legal estabelecido pelo Proconve L6 que entra em vigor em 2015.

SmartGauge com EcoGuide

Um dos destaques do Fusion Hybrid é o inovador painel de instrumentos. Trata-se do SmartGauge com EcoGuide, um painel de instrumentos com duas telas TFT LCD de 4.3" de alta resolução e contraste, com velocímetro analógico central. Este painel é configurável em 4 níveis e permite ao motorista selecionar diversos níveis de informações que aprimoram a experiência de condução e envolvimento do motorista com o Fusion Hybrid. Em resumo, ele ajuda o motorista a encontrar a melhor forma de condução para economizar energia e combustível.

Desempenho e segurança

O motor Duratec 2.5 do Fusion Híbrido gera uma potência de 158 cv (@ 6.000 rpm) e torque de 184 Nm (@ 2.250 rpm). Já o motor elétrico tem potência de 107 cv e torque de 225 Nm. A integração de ambos no sistema produz uma potência combinada de 193 cv. Ele acelera de 0 a 100 km em 9,1 segundos.

Na parte de segurança, ele tem o padrão cinco estrelas do NHTSA, com 7 air bags – um a mais que os modelos a gasolina, o air bag de joelho. Conta com freios ABS com EBD, controle de tração AdvanceTrac e sensor de pressão dos pneus, além do BLIS®, sistema de monitoramento de pontos cegos e tráfego cruzado, câmera de ré, sensor de chuva e chave configurável MyKey.

Conforto e conveniência

Outra tecnologia inovadora do Ford Fusion Hybrid que favorece eficiência superior e economia de combustível é o ar condicionado elétrico. Ao contrário dos sistemas comuns, ele não depende do motor a gasolina para acionar o compressor, por isso não tira potência da tração e sua eficiência não diminui com o veículo parado ou em baixas rotações do motor. 

Ele vem também com sistema SYNC multimídia – sistema que inclui CD-player/MP3 Sony Premium com 12 alto-falantes, entrada USB e iPod, conexão para celular Bluetooth, com comandos de voz dentre outros itens já conhecidos da linha Fusion. Outra inovação do Fusion Hybrid é a tomada de 110 volts.

Preço e manutenção

O Fusion Hybrid inaugura um novo segmento novo no Brasil, no qual não existem competidores diretos. O preço de R$133.900 é competitivo diante de tudo o que o carro oferece em termos de tecnologia e inovação, sem contar a economia de combustível. 

Seu custo de manutenção também é acessível. A maioria dos componentes do carro é comum da linha Fusion, que conta com a cesta básica de peças mais barata da categoria. Além disso, ele vem com garantia total de 3 anos e oferece garantia de 8 anos para a bateria.

Os 420 distribuidores da Rede Ford já estão recebendo treinamento específico na nova tecnologia para dar assistência técnica ao produto.

Peugeot celebra seus 200 anos de história com série especial 307 Millesim


Produzido em edição limitada a 1,5 mil unidades, novo 307 Millesim 200 festeja o bicentenário da Marca no mundo. Com itens exclusivos, como o GPS integrado ao painel e ao sistema de som, com entrada auxiliar para conexão com iPod, MP3 e Bluetooth, bancos esportivos em couro e aerofólio traseiro, o modelo chega por R$ 54.500 e um excelente custo-benefício.

A Peugeot comemora em 2010 seus 200 anos de existência e, para celebrar essa importante data em grande estilo no Brasil, a Marca vai comercializar uma versão exclusiva: o 307 Millesim 200, uma série especial limitada a 1,5 mil unidades. 

As vendas terão início no dia 29 deste mês, e o modelo estará disponível em toda a rede de concessionárias do país por R$ 54.500, oferta que se alia a uma completa lista de equipamentos de série, resultando em um excelente custo-benefício. 

Além de homenagear a longa trajetória de sucesso da Peugeot, o 307 Millesim 200 resgata valores que fazem do hatchback 307 um modelo de destaque no segmento de veículos médios, como esportividade, segurança e dirigibilidade. Já a denominação Millesim remete à expressão francesa "Millésime", que representa safras excepcionais de vinhos, reforçando o caráter de exclusividade deste veículo. 


      ITENS EXCLUSIVOS CONFEREM AINDA MAIS CHARME AO MODELO 


A edição limitada do 307 recebe itens exclusivos que definem um modelo único. Entre eles, destaque para o GPS integrado ao painel com entrada auxiliar para conexão com iPod, MP3 e Bluetooth integrado ao sistema de som. Disponível nas cores preto e prata, o modelo traz de série bancos em couro, esportivos e personalizados, tapetes e as soleiras das portas dianteiras com a inscrição "Millesim 200". 

Externamente, o 307 Millesim 200 conta com aerofólio traseiro, ponteira do escapamento cromada, roda de liga leve de 15 polegadas modelo "Cotya" e antena esportiva, que entregam também um toque de esportividade ao veículo. Sob o capô, o modelo é equipado com um motor 1.6 Flex 16V, que produz até 113 CV de potência com álcool e 110 CV com gasolina. 


SEGURANÇA E CONFORTO SÃO DESTAQUES NO 307 

Além do pacote exclusivo para a versão, o veículo traz uma lista completa de equipamentos de série que ampliam o prazer a bordo oferecido aos ocupantes. O motorista pode, por exemplo, definir a posição mais confortável para dirigir graças aos reguladores de altura disponíveis no banco e na coluna de direção, que também pode ser regulada em profundidade. 

Computador de bordo, vidros elétricos dianteiros e traseiros sequenciais (com fechamento automático no telecomando da chave e sistema antiesmagamento) e retrovisores externos elétricos são alguns dos itens de comodidade que compõem a versão. 

Para reforçar a segurança dos passageiros, o modelo conta com air bag duplo frontal e freios ABS, além de faróis com regulagem interna de altura do facho, faróis de neblina dianteiros e lanterna integrada na traseira, e desembaçador do vidro traseiro. 

Visualmente, o 307 Millesim 200 compartilha o consagrado design da linha 307, com os marcantes faróis afilados e a grade do para-choque com friso cromado. Retrovisores, frisos de proteção laterais e maçanetas das portas e porta-malas são da cor da carroceria. Internamente, conta com detalhes em aço escovado no painel, console central, nas portas e saídas de ar

terça-feira, 16 de novembro de 2010

ECONOMIZE GASOLINA

Hoje em dia é muito importante economizar em tudo. Depois que meu carro teve problemas com o indicador de consumo de combustível comecei a cuidar freqüentemente o quanto o carro gasta. Procurei na internet dicas para melhorar o consumo de combustível e resolvi compartilhar o que achei aqui no blog.
Evite acelerar ou frear bruscamente. Além de aumentar o consumo, atitudes como estas causam o desgaste prematuro do veículo;
Quando atingir a velocidade desejada, alivie aos poucos o acelerador;
Sempre que possível dirija com as janelas fechadas para diminuir a resistência do ar;
Evite andar com o ar-condicionado ligado em dias frios;
Leve o carro à revisão para verificar filtros de ar e de combustível. Motor desregulado pode consumir até 60% mais combustível;
Evite carregar mais peso do que a capacidade do carro;
Troque as marchas na hora certa. Isso evita com que o motor ande em alta rotação. A maioria dos carros vem com conta-giros no painel, exceção feita aos modelos populares. Leia o manual e respeite a faixa de rotação indicada;
Desligue o carro se estiver por mais de dois minutos parado em congestionamentos;
Pé no breque. Testes feitos com veículos mostram que velocidades moderadas são mais econômicas;
Use uma planilha para anotar a quantidade de combustível abastecida e a quilometragem percorrida;
Abasteça no mesmo posto e peça que o frentista faça o teste de proveta para saber se o combustível é adulterado;
Não leve peso desnecessário não porta-malas, pois isso exigirá mais esforço do motor;
Não encha o tanque de combustível até a boca. Nos carros atuais, parte dele acaba se perdendo pelo bocal ou pela válvula de alívio;
Não espere o tanque ficar na reserva. Resíduos do fundo podem entupir os bicos injetores;
Calibre os pneus a cada 15 dias e mantenha a direção alinhada.
  • Evite acelerar ou frear bruscamente. Além de aumentar o consumo, atitudes como estas causam o desgaste prematuro do veículo;
  • Quando atingir a velocidade desejada, alivie aos poucos o acelerador;
  • Sempre que possível dirija com as janelas fechadas para diminuir a resistência do ar;
  • Evite andar com o ar-condicionado ligado em dias frios;
  • Leve o carro à revisão para verificar filtros de ar e de combustível. Motor desregulado pode consumir até 60% mais combustível;
  • Evite carregar mais peso do que a capacidade do carro;
  • Troque as marchas na hora certa. Isso evita com que o motor ande em alta rotação. A maioria dos carros vem com conta-giros no painel, exceção feita aos modelos populares. Leia o manual e respeite a faixa de rotação indicada;
  • Desligue o carro se estiver por mais de dois minutos parado em congestionamentos;
  • Pé no breque. Testes feitos com veículos mostram que velocidades moderadas são mais econômicas;
  • Use uma planilha para anotar a quantidade de combustível abastecida e a quilometragem percorrida;
  • Abasteça no mesmo posto e peça que o frentista faça o teste de proveta para saber se o combustível é adulterado;
  • Não leve peso desnecessário não porta-malas, pois isso exigirá mais esforço do motor;
  • Não encha o tanque de combustível até a boca. Nos carros atuais, parte dele acaba se perdendo pelo bocal ou pela válvula de alívio;
  • Não espere o tanque ficar na reserva. Resíduos do fundo podem entupir os bicos injetores;
  • Calibre os pneus a cada 15 dias e mantenha a direção alinhada.

Como ligar seu carro quando a bateria acaba

Muitas pessoas passam por apuros quando vão para ligar seu carro e percebem que a bateria acabou. Eu já passei por isso e nunca imaginaria que a solucção pudesse ser tão simples e rápida. Ouvindo o rádio fiquei atento ao locutor quando ele falou que iria passar uma dica, aumentei o volume e peguei o recado e agora vou compartilhar com os visitantes do Blog.
A situação é extremamente simples, se seu carro não ligar por falta de bateria você tem 2 alternativas (a primeira conhecida e a segunda muito interessante):
1) Você pode empurrar o carro e fazer ele pegar no “tranco”, ou seja, girar a chave engatar a marcha, pisar na embreagem e soltar com o carro em movimento.
2) Pegue 2 aspirinas e coloque dentro da bateria do carro. As misturas quimicas entre os acidos darão uma última carga para a bateria do seu carro, suficiente para ligá-lo.
Depois de ligar o carro, lembre-se de o levar imediatamente a uma mecânica ou auto-elétrica.

Evite problemas com seu carro

Uma dúvida que me perseguia sempre ao ter meu primeiro carro era referente a sua manutenção. Quando levar na oficina? Quando trocar algo? Quando… bem, por essa razão resolvi relacionar algumas dicas para pessoas que tem essas dúvidas.
Não espere o carro quebrar para fazer a revisão. A manutenção preventica pode ser até 50% mais barata que o conserto.
Procure uma oficina de confiança e renome, verificando se ela possui uma bandeira especializada.
Caso não tenha escolhido uma oficina séria, faça pelo menos três orçamentos para comparar os valores.
Preços muito baixos podem indicar baixa qualidade, fique atento.
Leia o manual do seu carro: nele estão as indicações do prazo para as revisões e os limites de quilometragem. Siga essas orientações e evite o desgaste das peças antes do previsto.
  • Nunca espere o carro apresentar algum defeito para fazer uma revisão. A manutenção pode sair 50% mais barata.
  • Sempre procure uma oficina de confiança.
  • Caso não tenha uma oficina de confiança, faça pelo menos três orçamentos para comparar os valores.
  • Cuidado. Preços muito baixos podem indicar baixa qualidade, fique atento.
  • Qualquer dúvida, leia o manual do seu carro: nele estão as indicações do prazo para as revisões e os limites de quilometragem. Siga essas orientações e evite o desgaste das peças antes do previsto.
Tem mais alguma dica para manutenção de automóveis, compartilhe conosco.

domingo, 14 de novembro de 2010

Caio Induscar lança carroceria para fretamento

 A encarroçadora de ônibus Caio Induscar lança a carroceria Solar, desenvolvida para fretamento, transportes de curtas e médias distâncias. O modelo surgiu da preocupação da empresa em atender cada vez mais e melhor os clientes e necessidades de transporte, aumentando a oferta em seu mix de produtos.

O primeiro evento de apresentação do veículo é a FRESP (Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo), no 11º Encontro das Empresas de Fretamento e Turismo, em Atibaia, São Paulo.

Sobre a carroceria

A carroceria Solar tem a maior largura da categoria, 2.600 mm, proporcionando maior conforto para os passageiros: mais espaço para movimentação no interior do veículo, diversas configurações e espaçamento, de acordo com a distribuição de poltronas. A largura do corredor supera o que é exigido por normas vigentes. Sua altura externa é de 3.260 mm e a interna de 1950 mm; comprimento de 10.500 mm a 13.200 mm.

As poltronas são reclináveis, com grande espaçamento, e têm 1040 mm de largura. O apóia braço é padrão para todas as poltronas, sendo o do meio compartilhado. 

A carroceria foi desenvolvida com alta tecnologia, dimensionada com o uso de cálculos estruturais pelo método de elementos finitos e testes experimentais estáticos e dinâmicos, com aquisição de sinais de tensão na estrutura.

Sua estrutura foi otimizada com a utilização de tubos de aço galvanizado de alta qualidade, sendo que as tampas laterais e capô do motor são munidos de sistema pneumático de abertura, com ótimo acesso para manutenção. Ainda conta com mecanismo exclusivo para movimentação do estepe na traseira. O batente da porta de borracha melhora a vedação e reduz a vibração.

Para motores dianteiros, o bagageiro é tipo passante na traseira e tanque de combustível transversal, com capacidade de 300 litros. Quando encarroçada em motores dianteiros, o bagageiro é não passante nas laterais, com tanque de mesma capacidade. 

O design contempla padrão com divisória em vidro colado duplo, proporcionando ótimo isolamento sonoro e térmico; faróis de baixo custo, alta qualidade e iluminação eficiente. A lanterna traseira com capa oferece grande estilo e sofisticação. A carroceria tem iluminação individual para o motorista e iluminação de leitura (porta-focos), com sistema touch (acionamento por toque), o padrão é em LED, com alta eficiência, proporcionando maior conforto para o usuário. O veículo possui vários portas-objetos.

Em seu projeto, houve uma preocupação no trabalho de suas cores e seus revestimentos, para um maior conforto do usuário, facilidade na manutenção e limpeza do veículo. Além de um grande trabalho para isolamento termoacústico sobre a base do painel, com o objetivo de reduzir ruídos e calor; e para melhorar o acesso, ergonomia e manipulação dos botões e instrumento do painel para o motorista. 

Entre os opcionais, estão ar-condicionado, bagageiro com proteção de mala, calefação, calotas, anteparos em substituição da divisória total, monitor de vídeo, porta-copo, porta-pacote com detalhe em vinil, relógio digital, sanitário, tanque de combustível de 400 litros e comissaria.

Caio Induscar fecha venda para cliente de Nova Iorque e participa de feira nos Estados Unidos


A encarroçadora de ônibus Caio Induscar fechou uma venda para uma das maiores concessionárias atuantes na região de Nova Iorque, nos Estados Unidos.
O modelo escolhido pela empresa foi o Giro 3400, do qual já adquiriu 5 unidades e encomendou mais 8.
Feira em Chicago
Para divulgar sua marca e produtos, a Caio Induscar também participou da Buscon America”s Convention for Buses (Convenção Americana para Ônibus), uma feira anual que reúne todos os encarroçadores americanos e a indústria local de itens para o segmento, incluindo fabricantes de chassis.

O evento aconteceu em Chicago, nos dias 28 a 30 de setembro de 2010, com a presença de um público específico do setor de transporte.

A encarroçadora brasileira expôs o modelo G3400 (Giro 3400), padrão norte-americano com 38 assentos, toalete, seis monitores de DVD, montado sobre chassis Freightliner.

O modelo, muito bem aceito no exigente mercado, faz a encarroçadora projetar a exportação de um volume de 80 a 100 unidades para o país em 2011.
Para a Caio Induscar, a conquista desse mercado é um constante processo de evolução de seus produtos e serviços. Também o retorno de um grande investimento em qualidade, para atingir a satisfação dos clientes, em qualquer lugar do mundo.